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Gnose-Vegetal: A busca pelo equilíbrio das consciências

October 4, 2016

 

 Ao participarmos de um ritual que se utiliza em seu sacramento, o chá feito da Psychotria Viridis em conjunto com o Banisteriopsis Caapi, conhecido pelos nomes de Ayahuasca, Yagé, Daime, Vegetal ... 

 

Entramos no misterioso universo da Gnose-Vegetal, que nos transporta enquanto seres móveis (de movimento, homens, animais..) absortos neste nível de consciência dimensional, para uma nova perspectiva de consciência desconhecida, dos seres imóveis (sem movimento, plantas, pedras..) que possuem sua própria consciência e compreensão.

 

Dentro da visão dos mestres e xamãs da gnose-vegetal, devemos buscar o equilíbrio destas duas consciências para podermos nos colocar como seres realizados dentro da jornada que a alma deveria realizar para a compreensão da manifestação deste mundo e o que lhe cerca.

 

Quando realizamos esta união introduzida por esta erva ‘maestra’, entramos em um novo mundo dimensional e de consciência, em que os objetos e visões muitas vezes não possuem paralelo com as nossas experiências e conhecimento adquiridos durante a jornada, assim podemos inicialmente apenas visualizar como que janelas para este mundo transcendental.

 

Ao tomarmos o Yagé além de ele ser introduzido em nosso DNA, processo que demonstra a necessidade de uma ação determinada e dedicada para tal busca de conhecimento. Segue ao efeito fisiológico característico anunciado em outros textos, a introdução da chamada força da Ayahuasca em nossos Mentores, Entidades, Guardiões .... Em outras palavras, nossas relações espirituais "bebem junto" o Daime por assim dizer.

 

Trazem força para as nossas entidades que são as nossas mentoras espirituais, para que se comuniquem conosco das mais diversas formas possíveis.

 

O processo dos rituais de Yagé tem como objetivo limpar o corpo físico, a mente e o aparelho mediúnico do participante, para que desta forma as próprias entidades que possuímos possam assim nos contribuir positivamente em nosso caminho diário, fazendo com que escutemos o nosso próprio Ser Divino que manifesta.

 

Somos sempre de principio responsáveis pelo que plantamos e colhemos em nossa jornada enquanto encarnados, porém muitas vezes somos influenciados dentro de nossa conduta alimentar, viciosa, emocional, mental ... Estas formas de pensamento, entidades, energias que nos influenciam demonstrando ser alheias a nós, são literalmente enfraquecidas e reveladas dentro do processo pessoal ou coletivo. Para alguns é um processo muito difícil, já que é um confronto contra si mesmo normalmente.

 

É muito normal pessoas relatarem terem sentidos coisas, seres, situações ruins que ficam como alheias a si, não reconhecendo como parte de sua sombra, seus medos, limitações, fraquezas.

 

Não mexemos onde dói não é mesmo? Devemos buscar a verdade sobre Nós e o Todo, e somente quando entramos nas cavernas escuras de nosso Ser poderemos levar a Luz sobre Nós e o Todo. 

 

Podemos relacionar dois processo ocorrendo paralelamente, o individual que pouco tenho a dizer pois é de foro intimo, cada um sendo seu próprio Universo particular, e o coletivo que normalmente é dirigido por um mestre ou grupo de pessoas, que seguem hinários que musicalmente acabam dirigindo as intenções do processo.

 

Quando acendemos uma luz podemos ver o que nos cerca, as criaturas próximas se aproximam para que assim possamos ver de forma clara. Ao tomarmos ayahuasca acendemos a Luz de nosso Ser, para podermos ver a verdade de nossas ações, pensamentos, sentimentos ....

 

Nossos mentores se apresentam perante a Luz Divina, que se manifesta durante o ritual de Yagé. Assim enxergando o que possuímos de positivo podemos cultivar com alegria, criando uma força maior em nosso Ser para combater o que nos limita, pressiona, vicia, .... nos destrói. 

 

Estas ferramentas divinas contribuem em nossa lapidação enquanto almas espirituais realizando uma experiência corpórea. Como toda ferramenta, deve ser usada com conhecimento e sabedoria.

 

Considero que as chamadas ervas de poder em especial as ervas ‘maestras’, são os atalhos de aceleração espiritual, quando utilizados dentro de uma linha vide digna, por mestres ou dirigentes realmente e dignamente preparados em tal missão, o uso ritualístico espiritual e parte essencial do processo.

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